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Não, essa frase não significa um puxão de orelha na pessoa da frente, que não andou na fila e sim uma, digamos, gíria…
A expressão “a fila andou!” significa que a pessoa está em outra agora, que terminou um relacionamento e quer deixar pra trás o que passou.
Os micareteiros de plantão conhecem bem essa expressão, já que tem até música do Chiclete com Banana. Então, para animar o domingão frio, lá vai um axé bem animado…
Por Naiara Gomes
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… FILA!
Ontém, dia 12 de junho de 2010, foi o dia da Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil. E o que estava lá presente?
Filas e mais filas.
Veja abaixo uma foto de um posto de saúde perto da minha casa. E isso era cedo ainda, entre 13:30 e 14:00, imagine a fila perto das 17:00, que é quando se encerra? Brasileiro adora deixar tudo pra última hora, então…
Por Naiara Gomes
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Pra quem também acha que SUS é sinônimo de fila, lá vai uma charge:
Por Naiara Gomes
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Apesar de existirem pessoas que, assim como eu, odeia uma fila, existe gente viciado em fila.
O que? Não tá acreditando? Então leia a crônica abaixo, do site O Crepúsculo.
Eduardo era um rapaz normal. Brincou quando era criança, estudou a vida toda, ajudou o pai na serraria da família. Mas foi exatamente nesta época que Eduardo deixou de ser normal. Como ia muito ao banco para o pai, Eduardo ficou viciado em filas. Isso mesmo, viciado em filas! Vê se pode! O rapaz não podia ver uma fila que, ‘zupt’, corria para o último lugar. E não pense que ele gostava de filas por que ele conhecia um monte de gente, não não, nada disso. Ele até preferia não conversar com ninguém. Gostava mesmo de ficar em filas. Teve uma vez que ficou 4 dias em uma fila, quanto mais o tempo passava mais feliz ficava Eduardo, “isso sim é uma fila” pensava ele. Isso atrapalhava um pouco a vida de Eduardo. Sempre se atrasava para algum compromisso, ele sempre passava por alguma fila. Não agüentava, nem se fosse uma fila formada por 3 pessoas. Passar em frente banco então. Putz! Eduardo fazia o seu caminho pensando nos bancos. Abundância em fila! Uma vez viajou para o exterior. Não gostou. Lá eles não faziam filas como aqui. Aqui sim, temos Filas com ‘f’ maiúsculo. Jogo da seleção. Eduardo amava, não o futebol é claro, que isso ele detestava. Mas as filas, homéricas. Quando alguma grande empresa anunciava vagas de emprego, ele quase que dava pulos de alegria.
Mas como eu disse, isso começou a atrapalhar a vida dele. A família achava muito estranho os sumiços. O pai disse, ‘esse menino tá metido com droga’. A mãe era só pranto. Gritava ‘aonde foi que erramos?’. O pai chamou o filho para uma conversa.
- Nós sabemos – disse o pai.
- Sabem do quê? – retrucou Eduardo.
- Do seu vício.
Eduardo ficou surpreso, esperava tudo menos isso. Ninguém poderia descobrir. Viciado em filas! Isso iria acabar com a reputação da família.
- Como ficaram sabendo?
- Então é verdade? – perguntou o pai em total desespero – Meu Deus muleque! Mecher com droga, o que sua avó vai pensar? Seu tio Márcio então, aquele falastrão! Eu devia bater em você!
Uma saída! Então eles pensavam que eram drogas. Menos mal. Ele tinha que confirmar, melhor drogado que maluco. Maluco não. A família podia suportar um drogado, um maluco, jamais! Tinha até um primo de terceiro gral que fora internado uma vez. Ele ainda ia aos encontros da família. Era isso! Não podia deixar que soubessem…
- Desculpa pai! Não sei onde estava com a cabeça…
O pai ficou feliz. “Pelo menos o pivete confessou”.
Eduardo foi internado, disseram para a família que ele estava sob forte stresse por causa do Vestibular. Mandaram ele de férias para uma fazenda.
(Pedro Américo)
Por Naiara Gomes
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No site Buffet de Ideias, há uma listinha do que se pode fazer para “não perder a classe” em uma fila. Confira abaixo ou no próprio endereço.
1) Um atrás do outro: essa é a recomendação da consultora, manter-se em linha. “Precisamos primeiro aprender a formar uma fila, que significa um atrás do outro, e não deve ser sinuosa, dar voltas, nem ser um aglomerado de pessoas”, disse Célia.
2) Manter distância: o correto seria deixar a distância de um braço estendido em relação à pessoa da frente. “É o mínimo para sentir-se confortável na presença de estranhos”, afirmou a consultora. Isso evita que se tome cuidado com bolsas, cotoveladas ou empurrões.
3) Pedir desculpas: Célia Leão é categórica. “Se empurrar, encostar, ou bater a bolsa, olhe para a pessoa e peça desculpas.”
4) Não furar a fila: não há desculpas para o fato. “Mesmo se encontrar amigos esperando mais à frente, não passe. Principalmente em filas de aeroportos e teatros”, disse. “Para quê, se os lugares são marcados?”
5) Ceder a vez para idosos e gestantes: parece óbvio, mas é pouco praticado. Respeite também guichês e caixas de atendimento preferencial. Nesses locais, não há desculpas para fazer idosos, gestantes, mulheres com criança de colo ou portadores de necessidades especiais esperarem.
6) Cruzar uma fila: se precisar passar no meio de uma fila, peça licença. “Aqui é preciso prestar atenção e esperar que o outro de fato dê licença. E não pedir e já sair empurrando”, afirmou Célia.
7) Seja gentil: ao cruzar uma fila, não olhe feio para as pessoas.
8) Fale baixo: até em conversas com amigos que aguardam juntos ou ao celular. “Não se deve nunca falar alto em público, nem numa fila. Pessoas elegantes não gritam.”
Tomara que com essas dicas nossa “estadia” em filas fique pelo menos mais agradável, não é mesmo?
Por Naiara Gomes
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diz o aviso que eu li!
Quem dera que essa famosa música de Roberto Carlos virasse lei em todas as filas. Ninguém merece aquela fumaça e aquele cheiro horrível enquanto se espera para ser atendido…
Por Naiara Gomes
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O Dia dos Namorados é mais uma data criada pelo comércio para aumentar os rendimentos das empresas, já que a troca de presentes entre namorados rende um lucro danado para as lojas.
E o que acontece com quer comprar presente, hein? Aliás, com quem quer comprar qualquer coisa? FILA do caixa, hahah
Passeando hoje por uma loja de departamento, vi que a fila estava bem grandinha. Mal de brasileiro, né? Deixa tuuuudo pra última hora aí só pode dar em FILA, não é mesmo?
Por Naiara Gomes
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E falando em dia dos namorados, uma outra sugestão do que não se deve fazer em uma fila: NAMORAR escandalosamente.
Ninguém merece aqueles casais que acham que estão entre quatro paredes e não respeitam quem está do lado.
E para exemplificar um namoro escandaloso, uma foto da socialite Paris Hilton, que adora esse tipinho de coisa…
Por Naiara Gomes
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Há uns posts atrás falei sobre coisas para se fazer na fila e dei a ideia da leitura e de um livro que estava lendo.
Bom, hoje, dia dos namorados, resolvi fazer uma homenagem a todos os pombinhos ( e eu me incluo neles!) e sugerir uma coisinha MUITO boa pra se fazer em fila: NAMORAR!
Tem coisa melhor do que ficar abraçadinha com o (a) namorado (a) enquanto espera ser atendida? E se a fila estiver enoooorme, hein? Melhor ainda, hahaha Mas tem que deixar claro que é um namoro comportado, hein? ;)
E para representar todos os pombinhos, uma foto minha e do meu pombinho, hahha
Por Naiara Gomes
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Brasileiro adora dar uma de malandro, né? E é claro que pra fila não seria diferente. Tem sempre um “jeitinho” pra não ficar muito tempo naquela fila enoooorme.
Pensando nisso, o “falecido” blog Comédia, que agora é o Hospital da Alma, fez uma lista com os truques para furar fila. Confira abaixo e no próprio blog.
O mais tradicional
A pessoa, ao se deparar com o tamanho da fila, dá uma voltinha, olhando a cara de todos, e escolhe a pessoa com a aparência mais cansada e distraída parando repentinamente ao seu lado. Quando a fila anda, ele adianta-se rapidamente e “se inclui” à frente da vítima com a cara mais cínica do mundo.
O truque do amigo
O cidadão, não se contentando em ver tanta gente à sua frente se coloca na ponta dos pés e olha um por um, tentando reconhecer algum semblante no meio de tanta gente. Ao encontrar alguém (por mais que seja uma pessoa com quem tenha falado uma única vez na vida) o meliante acena de longe, esperando um sorriso receptivo, que ao ser recebido faz com que o espertinho caminhe em direção à pessoa e comece a bater um descontraído papo, até que a fila novamente ande e ele, achando graça e disfarçando, se posicione na frente de seu amigo e ali permaneça.
Atendimento prioritário
O furador de filas inventa uma história bem triste e a usa para sensibilizar um aposentado que está prestes a chegar no caixa. O sexagenário acaba aceitando pagar a conta da pessoa. Quando isso não funciona o golpista opta por oferecer propina ao idoso, dizendo-lhe para ficar com o troco.
Guardando lugar
Apesar de não ser visto como um golpe, é sim uma forma de se dar bem às custas dos outros. O oportunista chega dando uma de apressado e, toca no ombro da pessoa á sua frente, alertando-o de que “está ali”, e depois sai, para dar uma voltinha, tomar um suco ou simplesmente sentar enquanto guardam seu lugar na fila. Após algum tempo, procura a vítima, que já está na metade do caminho e volta a tocar-lhe o ombro, avisando que voltou, agradecendo-lhe o favor e surpreendendo a todos os que estavam atrás.
Direto no caixa
A pessoa adentra o recinto, dá várias voltas e decide aplicar o golpe do pedido de informação. Dirige-se ao caixa, posiciona-se ao lado da pessoa que está sendo atendida, e avisa o próximo da fila que vai apenas pedir uma informação. Quando chega ao caixa, o aproveitador faz de tudo pra que seu problema seja resolvido sem que os enfileirados percebam, e sai encarando todos com olhar superior, aliviado por não ter que esperar na fila igual aquele bando de otários.
E você, já usou algum desses truques? O do amigo é clássico, hahah
Por Naiara Gomes







